O mercado financeiro e os principais escritórios de advocacia de elite do Brasil, como o Bezerra Borges, registram em janeiro de 2026 um movimento sem precedentes na história econômica recente do país. O fenômeno, apelidado por especialistas como a "Grande Migração Patrimonial", é a resposta direta à entrada em vigor do novo arcabouço tributário que redefine as regras para heranças, dividendos e ativos digitais.
1. O "Tsunami" do ITCMD: Estados abandonam alíquotas fixas
A mudança mais sentida pelas famílias de alto patrimônio neste mês é a progressividade obrigatória do ITCMD (Imposto sobre Herança e Doações). Até o final de 2025, muitos estados brasileiros mantinham alíquotas lineares de 4%. Em 2026, a realidade é outra: o imposto agora escala conforme o valor do patrimônio, atingindo o teto de 8%.
2. Dividendos: A mordida de 10% no topo da pirâmide
A partir de 1º de janeiro de 2026, a distribuição de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais por CNPJ passou a ser tributada em 10% na fonte. Para empresários que utilizam a empresa como veículo de acúmulo de riqueza, o impacto é severo.
Conclusão: O Custo da Inércia
O relatório de tendências da Bezerra Borges para 2026 aponta que o atraso em tomar uma decisão de planejamento pode custar caro. O cenário é de transparência total e tributação progressiva.
