Com a consolidação das novas regras tributárias e o cenário de maior fiscalização sobre grandes patrimônios em 2026, o conceito de "deixar para depois" tornou-se um risco financeiro insustentável. Para o empresário brasileiro, proteger o que foi construído exige hoje mais do que uma estrutura local; exige uma estratégia de jurisdição global.
Na Bezerra Borges, acreditamos que o planejamento patrimonial não é apenas sobre herança, mas sobre a perenidade da sua liberdade financeira.
1. O Fim da Era da Reatividade
Até pouco tempo, muitos investidores buscavam o planejamento apenas diante de uma crise ou de um processo de sucessão iminente. Em 2026, a realidade mudou. Com o aumento progressivo das alíquotas de impostos sobre transmissão (ITCMD) e a maior transparência fiscal internacional, a antecipação tornou-se a ferramenta mais eficaz de economia.
Estruturar o patrimônio hoje significa garantir que a carga tributária não consuma décadas de trabalho em um único evento sucessório.
2. A Holding Internacional como Escudo de Proteção
Para quem possui ativos digitais, investimentos em moeda estrangeira ou operações globais, a Holding Internacional (Offshore) continua sendo o "padrão ouro".
Segregação de Riscos: Isola o seu patrimônio pessoal de eventuais instabilidades jurídicas ou econômicas no Brasil.
Diferimento Tributário: Permite que os ganhos de capital sejam reinvestidos dentro da própria estrutura, otimizando o crescimento composto sem a mordida imediata do fisco.
Flexibilidade: Jurisdições como Dubai, Delaware ou Ilhas Virgens Britânicas oferecem ambientes regulatórios que respeitam a vontade do titular, facilitando a sucessão sem a burocracia do inventário brasileiro.
3. Planejamento Sucessório: Evitando o Inventário
O inventário judicial no Brasil é lento, caro e emocionalmente desgastante. Um planejamento patrimonial bem executado utiliza instrumentos como:
- Doação com Reserva de Usufruto: Mantém o controle dos bens com os patriarcas enquanto transfere a nua-propriedade.
- Cláusulas de Inalienabilidade e Incomunicabilidade: Garantem que o patrimônio não saia da linhagem familiar em caso de divórcios ou dívidas dos herdeiros.
- Acordos de Sócios: Definem regras claras de gestão para empresas familiares, evitando que disputas pessoais destruam o negócio.
4. O Papel dos Ativos Digitais e Criptoativos
Em 2026, não se pode falar de patrimônio sem mencionar a custódia de criptoativos. A integração desses ativos ao planejamento sucessório é um dos maiores desafios jurídicos atuais. Como garantir que seus herdeiros tenham acesso às chaves privadas de forma legal e segura? A estruturação correta evita que esses ativos fiquem em "limbo" jurídico e tecnológico.
Conclusão: O Patrimônio é seu, a estratégia é nossa.
O planejamento patrimonial moderno é multidisciplinar. Ele une o direito de família, o direito tributário e a visão de negócios internacionais. Na Bezerra Borges, nossa missão é desenhar a estrutura que permita a você focar no crescimento, sabendo que a base está protegida.
Proteja seu Legado em 2026
Não deixe sua liberdade financeira ao acaso. Inicie hoje seu planejamento patrimonial global com quem entende de complexidade tributária.
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